Sergio Ramoz: O sabão tem sua origem por volta do terceiro mil�



O sabão tem sua origem por volta do terceiro milério antes de cristo, Na Mesopotamia já se conhecia a 2.500 a. C. Chegou em Roma ena Gália,no século IV. Era un produto de baixa qualidade até o século XVIII quando elaboraram métodos cosméticos e estudos para melhora-lo.

Para perceber como funciona o sabão (ou sabonete), é necessário olhar para uma molécula individual do sabão, composta por carbono, hidrogenio e oxigenio.

Tem uma “cabeça” que atrai a água e uma cauda de hidrocarbono que é hidrofóbica (tem “medo” da água) mas adora a gordura e os óleos.

A cabeça da molécula de sabão é atraída pela água, enquando que a cauda é atraída pela gordura do corpo.

Quando entramos no banho, a água não penetra bem na pele. Isto acontece porque a tensão de superfície da água não permite que ela se entranhe na pele.

Quando usamos o sabão, a ponta hidrofóbica da molécula do sabão tenta fugir o mais que pode da água, enquando que a outra ponta é atraída pela água.

O resultado é uma película que quebra a tensão de superfície da água, permitindo que ela se entranhe na pele.

Agora que a água e o sabão conseguem chegar à pele, as moléculas entram na fase 2 do processo de limpeza.

Os poros da pele segregam óleos que criam uma barreira que nos protegem do meio exterior. Esta camada de gordura agarra o pó, sujidade, e outras matérias que nos fazem sentir “sujos".

Quando a cauda da molécula de sabão (que adora a gordura e os óleos) entra em contacto com a pele, ela agarra-se à camada oleosa que contém as impurezas.

Quando passamos água por cima, a cabeça da molécula agarra-se à água e puxa literalmente a sujidade da pele, deixando-nos limpos.

Por isso, não se pode dizer que é a água que limpa a gordura, as sim as moléculas de sabão, já que estas estão entre a pele e a água.

E quem perguntou isso?

Um dia uma criança me fez tamaha pergunta... e graças a minha formação, pude responder, não exatamente dessa maneira, mas respeitando seu conhecimento limitado e infantil e de troco percebi o quanto poderia usar o texto e fazer analogias em minha vida, como exemplo...

Imaginemos como atua a fé e a religião em nossas vidas.. e quantas supertições que nos dão muitas vezes a força necessária... todos os rituais, preces, receitas, simpatias, esses pequenos feitiços e encantamentos cabem exatamente aqui.

São como o sabão que interage contra tudo o que nos falta ou incomoda... E vale a pena ainda lembrar que o sabão teve seu uso medicamentoso nas epidemias de cólera e outras, na idade média...

Muitas vezes temos que tomar um bom banho de ervas, de sal, de perfume... até para nos sentir seguros e melhores dispostos, e nessa hora que tudo isso se encontra.

Se analizarmos quimicamente as plantas, veremos que elas se alimentam dos nutrientes da terra (principalmente minerais) absorvendo e transferindo para suas folhas e seu troco.. imaginemos como isso tudo se comunica com a nossa composição... inclua também a polaridade da energia que é composta a aurea humana...

E quantas vezes sentimos o ambiente "pesado", e uma simples prece (vibração) e um incenso transformam o ambiente completamente?

A coisa é muito séria, e talvez desse luz a um ensaio completo sobre o tema, por hora fica apenas na imaginação de cada um.

Sergio Ramoz

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