Frases de jordan gonaalves de souza

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APENAS QUERIA



Queria escrever sobre a dor, mas a dor me impediu!
Queria escrever sobre a solidão, mas a solidão, que me angustia, não deixou!
Queria escrever sobre o fracasso, mas fracassei!
Queria escrever sobre a saudade e, ao invés disso, chorei!
Queria escrever sobre nós, mas descobri que não existe nós!
Queria escrever sobre você, mas não o conheço!
Queria escrever sobre mim, mas me perdi!
Queria escrever sobre a vida, mas percebi que estou quase morta!
Queria escrever sobre a morte e tive medo!
Queria escrever sobre o medo, mas não tive coragem!
Queria escrever sobre o amor, mas me senti tão infeliz, que decidi não escrever mais nada...


Mariluci Carvalho de Souza

Mariluci Carvalho de Souza

Aprendi mais do que esperava, mas nunca é o bastante...
Cometi os mesmos erros e a imaginação construiu pessoas que o coração levará tempos para esquecer.
Percebi que é normal agarrar doces fantasias como se fosse algo concreto e deixar de lado crenças e limites.
Descobri que loucos são os que amam, os demais são tolos.

Alessandra Souza

Aquele amor que nasce em uma semana, também é chamado de necessidade!

Edmar Autieri de Souza

aquele que tentou e nao conseguio superou aquele que nada tentou

kellen maria dos santos souza

As Vezes Amanhã pode ser tarde, O hoje amanhã já é passado e a oportunidade alquem aproveitou e não foi você

Glemison Souza Lima

Às vezes buscamos por uma felicidade que esta distante e deixamos de perceber que ela pode estar mais perto do que imaginamos basta olhar em nossa volta

Glemison Souza Lima

As Vezes, Amanhã pode ser tarde e Amanhã o Hoje já é passado e quem esteve sempre a sua espera pode não estar mais lá

Glemison Souza Lima

Beijar-te é como perder a noção do tempo e do espaço, é ver o céu, as estrelas... é ver-te a ti.

Felipe de Souza Marques

CABELOS
Cabelos! Quantas sensações ao vê-los!
Cabelos negros, do esplendor sombrio,
por onde corre o fluido vago e frio
dos brumosos e longos pesadelos...
Sonhos, mistérios, ansiedades, zelos,
tudo que lembra as convulsões de um rio
passa na noite cálida, no estio
da noite tropical dos teus cabelos.
Passa através dos teus cabelos quentes,
pela chama dos beijos inclementes,
das dolências fatais, da nostalgia...
Auréola negra, majestosa, ondeada,
alma de treva, densa e perfumada,
lânguida noite da melancolia!

Cruz e Souza

Cada dia que passa é uma folha que se vira no livro da vida

Jeanete Moraes Souza

Cair é inevitável. A forma como você se levanta, não.

Tiago de Souza

Calar o que for caridoso não comentar

Jeanete de Moraes Souza

Cinzas

São cinzas ao vento
Meu pensamento voa;
mesmo que passe o tempo
Ainda que eu morra
Recordarás quando me for
Meu amor por um momento.

Alessandra Souza

As vezes falta alguém

A muito tempo eu descubri que a vida não é um jogo de palavras cruzadas onde tudo se encaixa .
há coisas muito complicadas na vida que as vezes tem resposta e as vezes não !
percebi tambem que em nossas vidas parece falta alguém !
alguém que esteja sempre desposto há escutar os nossos desabafos , alguém que que nos faça enxerga aquilo que estar errado .
alguém que nos dê uma palavra de animo , e por mais que sejamos fraco esse alguém sempre esteja ao nosso lado.
Esse alguém precisa ser uma pessoa que possamos pensa
em voz alta , que quarde nossos segrêdos que entenda nossos desejos .
Eu por exemplo tentei encontrar esse alguém e o pior sempre encontrei alguém errado , que amargo!
Se voçê tem esse alguem dê gracas a Deus isso é algo muito raro , se voçê não tem , cuidado para não acha alguém errado , esse alguém piorara as coisas , portanto pense bem antes de confia em alguém que esteja do teu lado .

Magnus de Souza Fernandes

Ciume é prova de insegurança pessoal

Jeanete de Moraes Souza

Com você existe amor
Com você existe paz
Com você existe caminho certo para seguir

Lucas Souza

Como uma flor você surge em meio as folhas, que ontem era só uma mancha verde, mas hoje já tem uma rainha, você, a flor que reina sozinha no jardim a primeira, outras iram nascer mas não uma com tanta beleza, você é aquela que desperta os primeiros olhares as outras também despertaram mas não com tanta apreciação quanto os que você recebeu

Glemison Souza Lima

Corpo e alma são uma mistura perigosa"

Rita Souza

Crônica de Mim Mesma

A manhã despe-se à minha volta. Uma nesga de sol espreguiça-se no balouçar da cortina, tentando talvez aquecer o frio de uma ternura, que não se faz esquecida, mesmo no cansaço do olhar.

O calendário anuncia mais um outono. Há no peito um sentimento que farfalha, ignorando todas as estações. Na brisa do amanhecer, uma esperança qualquer, que não se despede do meu olhar, embora todas as impossibilidades acenem nãos e senões.

Em algum lugar dentro de mim, ainda mora um sonho, como se sobrevivesse para escrever outra vez, capítulos da minha história lavrada pela eloquência da realidade e pelos ditames da razão.

Não me chega o tempo da quietude. Deserdaram-me a serenidade e a pretensa calmaria, tão anunciada com o advento da tal maturidade. Meus passos nunca reconheceram o caminho que apenas impõe o seguir em frente. Já nem sei, se chegar era meu objetivo precípuo. O que há e o que se faz, quando se cruza a linha de chegada?

Empilha-se mais um troféu na prateleira das nossas conquistas? Onde ficam as tantas pequenas vitórias que se saboreiam no decorrer de cada percurso, mesmo quando não se vence, se nos ensinaram que apenas é ganhador aquele que chega primeiro? Como relatar ao mundo, o momento que me detive em meu trilhar, observando apenas o acariciar do vento nas pétalas de uma flor?

Como contabilizar isto em perda de tempo, se sequer imaginam os arrepios do meu olhar ou os sorrisos de prazer que aquela imagem me propiciou? Talvez, acusem-me de distraída e inadequada ao momento, que exigia que eu apenas continuasse e que subisse ao pódio. Era isto que esperavam de mim: vencer.

Outros ainda dirão que estou fora do padrão estabelecido pelas regras da sobrevivência. Ah, neste aspecto errei a vida inteira. Pequei sempre, quando preferi não tropeçar em meu sentir e escutei o pulsar do meu coração, não somente para constatar que eu vivia. Sempre fui amadora nestes rituais, em que se sacrificam as emoções. Onde a normalidade, quando se põe amarras no peito, calando o som de uma carícia?

Nunca compreendi histórias lineares, reações exatas ou gestos estudados. Bem que tentei aprender a disfarçar minha insegurança, o frio no estômago ou o rubor repentino, quando exposta ao espelho do cotidiano. Em quase todas as tentativas neste sentido, falhei. Talvez por isto, tenha me desencontrado muitas vezes de tantas pessoas.

Nunca amordacei minhas saudades, nem meu romantismo à flor da pele...sempre despi minhas máscaras, porque era em outro olhar, que eu desejava também encontrar-me e reconhecer-me. Mas meu olhar despido, vezes causou estranheza e constrangimento. Vezes, indiferença e tolos julgamentos.

Minhas palavras nunca souberam esconder o segredo de um amor, quando me habitava o corpo, a alma, o sonho. Nunca entendi, o porquê da grande maioria das pessoas entulharem tantos nós no coração. Se ainda fosse o pronome pessoal, mas não! Falo dos fios e, em alguns casos de verdadeiras cordas com amarrações complexas, que nem as próprias mãos sabem ou se dispõem a desatar.

E eu, com esta mania esquisita de falar do que sinto pelos lábios, mãos e olhares. E eu, com esta forma estranha de dar reconhecimento do que sinto e por quem sinto. Sempre foi inútil querer silenciar minhas confissões, mesmo se questionada sobre a certeza de um amor. Como se o amor tivesse que ser testado, discutido, dimensionado, adverbalizado e não apenas sentido.

Parece que saber de sua existência não basta. Tem que ter certificado de garantia, manual de instruções e, se bobear até posologia. Talvez seja por isto que grande parte de nós, sequer desconfie o que é viver um grande amor.

A noção mais próxima deste sentimento fica ladeando as histórias que nos contam, como as vividas por Abelardo e Heloísa, Tristão e Isolda e tantas outras ou nos livros de poemas que lemos no decorrer de nossas vidas.

De uma forma ou de outra, a expressão do que sinto fica meio desajeitada neste mundo. E como se não bastasse, ainda flagrei-me a poetisa. Mas quase sempre, a palavra ainda me parece pouca para compreender minha ignorância no universo da emoção.

Minha essência é mesmo desnuda. Coração exposto e sem labirintos. Ainda prefiro a minha ternura boba, um perfume de saudade em meu travesseiro, a minha voz entregue para as estrelas, do que viver desabitada de mim mesma.

Olimpia Souza

Da boca dos poetas mais amadores saem as palavras mais belas e puras,mesmo que poucas e curtas são palavras que gritam de um coraçã que ainda tem esperança.

Rayanne de Souza Gomes

de tanto olhar nos seus olhos , você comecou a olha nos meus foi tanta troca de olhares que nunca esqueci dos seus , seus olhos são verdes estrelantes são mais lindos que os meus , os meus são verdes castanhos se é que você esqueceu.

Magnus de Souza Fernandes

Deitado em minha cama
Uma carta escrevi
Com saudades suas a chorar
Adormeci

Rodrigo de souza pereira

Deixe ao tempo a razão que lhe é própria.

Ricardo Scavuzzi de Souza

Depois da escuridão, todos os dias vem o Sol.

Tiago de Souza

Desde a história do ser humano nesta terra, existiram crueldades. Deixar fatos cruéis (ainda) acontecerem, favorece a perpetuação do lado mais incrédulo e repugnante do homem.

Tiago Martins de Souza


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